domingo, 24 de novembro de 2013

Quem sou eu?

Um vulto, arrepio.
Um pássaro cruza o meu caminho
Encaro como um sinal para andar mais devagar
Dois olhos me vasculham
Apalpo meu sentimento: vazio
No espelho está estampada a contradição
Quem sou eu?
Quem sou eu?
Quem
sou
eu?
A pergunta se torna cada vez maior
A razão não dá um pio.

Sinto minha sanidade por um fio.



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